O que a cor do cocô diz sobre a saúde do seu filho

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Quando o organismo não vai bem, o cocô pode servir de alerta. Saiba como as fezes podem ajudar a identificar problemas de saúde

Falar de cocô é falar também de alimentação e saúde. Como você já deve ter ouvido, as fezes do bebê mudam muito de cor e de textura. Nos primeiros meses de vida, o leite materno leva à produção de um bolo fecal pegajoso e verde-escuro. Conforme novas comidas vão sendo introduzidas, o número dois muda de aparência e consistência: agora ele fica mais firme e até pedacinhos de legumes e frutas.

Saiba por que observar a cor do cocô do seu filho pode ajudar a identificar que o organismo não vai bem:

Verde-Escuro

Característico das primeiras fezes do bebê, conhecidas como mecônio. Lá pelo quinto dia após o nascimento, porém, elas começam a clarear.

Verde mais claro

Quando o cocô atinge essa cor é sinal de que o leite começou a ser digerido, passando da fase inicial do mecônio.

Marrom amarelado

Os cocôs de bebês amamentados no peito costumam ser dessa cor por causa da grande quantidade de gorduras e de lactose, principal tipo de açúcar presente no leite materno. São essas substâncias, aliás, as responsáveis pelas fezes “explosivas”, que fazem o maior estrago…

Marrom mais escuro

À medida que o sistema digestivo do bebê amadurece, pois o leite materno se molda para atender às necessidades dele em cada fase, as fezes ganham coloração mais escura. E a tendência é ir escurecendo ainda mais com a introdução de alimentos sólidos na dieta.

Preto

Aquele cocô com aparência de carvão pode sinalizar sangramento no aparelho digestivo. Mas também pode ser resultado de algum alimento de tonalidade mais escura.

Esbranquiçado

Pode sinalizar baixa quantidade de estercobilina, que é um pigmento escuro formado na digestão da bile. E isso pode caracterizar alguma alteração no pâncreas, fígado ou vesícula. Na dúvida, procure sempre um pediatra e solicite o exame de fezes.

Avermelhado

Pode sinalizar sangramento bem como a provável ingestão de comidas de coloração intensa, como a beterraba, por exemplo.

Revista Crescer | Por Aline Dini

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